SOBRE

Concebido em 2005 como Frutos do Altar, o grupo surgiu como um espaço ministerial de dança que tinha apenas como base a dança clássica para realizar apresentações artísticas na igreja e na comunidade, com o objetivo de adorar a Deus mostrando seu amor à sociedade e capacitar pessoas a exercer com excelência seu chamado. Com o passar do tempo, houve um amadurecimento tanto no conhecimento da Palavra de Deus como no conhecimento corporal. O ingresso de Felipe Barbosa – coordenador do grupo – na faculdade de Educação Física (2012-2016), no grupo de Pesquisa e Extensão em Artes Cênicas Nóis da Casa (2012) e no projeto de formação em Dança Expressões Contemporâneas (2014-2017) confluíram significativamente para esse amadurecimento, em que novos caminhos investigativos foram encontrados para se fazer e pensar dança. À vista disso, em 2017, com anseio de um trabalho autoral e colaborativo, o grupo vem se aprofundando em conhecimentos relacionados à dança contemporânea, imbricando-os à Palavra de Deus. Nesse sentido, passaram a compreender a importância de um trabalho corporal realizado com vivência e aprofundamento, que associa composição de cenas e dramaturgia. Tal processo proporcionou a criação do espetáculo Ecos, como resultado de um processo colaborativo que atrela a essas metodologias experimentadas os conhecimentos prévios dos bailarinos, sem perder o foco na dança como adoração e possibilidade de evangelização que é o principal objetivo. Desse modo, entendendo que é um novo tempo, o grupo passou a se chamar Companhia de Dança Corpóreos. A palavra Corpóreo vem do latim Corporeus, que significa aquilo que é material, que é relativo ou pertence ao corpo. Tal significado nos contempla no sentido de a dança e a vida serem resultado de uma ligação entre o Espirito de Deus e o ser corpóreo que somos nós. Dessa forma, expressamos nossos saberes, práticas e experiências aglutinando as características de Cristo. Nesse processo dança e vida tornam-se coisas indivisíveis. O grupo está ligado à Igreja Kadasha sob cobertura do Pr. Jean Angelim e Pra. Karol Angelim.

FONTE: Texto fornecido por Felipe Barbosa (Companhia de Dança Corpóreos)

ESPETÁCULOS

Ecos (2018)